Leviatan infelizmente cai na final para a G2 no detalhe do detalhe e deixa escapar título do VCT Americas
Galera do Portal VagaNerd, eu estou triste, jogo de hoje foi maluquice e bateu na trave.
Depois de uma campanha que calou muita gente durante os playoffs, a Leviatan chegou na grande final do VCT Americas mostrando que não estava ali por acaso. Depois de eliminar a G2 anteriormente e garantir vaga no Masters London, o time sul-americano entrou no palco com moral mas saiu derrotado em uma série decidida nos mínimos detalhes.
E talvez seja justamente isso que mais dói.
Não foi atropelo.
Não foi um time dominando do começo ao fim.
Foi uma final daquelas que ficam na cabeça depois.
A G2 conseguiu encontrar respostas nos momentos mais importantes da série e mostrou porque continua sendo uma das equipes mais organizadas do cenário. Enquanto a Leviatán apostava em explosão individual, leitura agressiva e ritmo acelerado, a G2 respondeu com disciplina tática e rounds extremamente frios.

Durante vários momentos parecia que a LEV ia arrancar o troféu.
Teve round econômico vencido.
Teve clutch.
Teve recuperação.
Teve mapa virando.
Mas quando chegou naqueles rounds que definem campeonato… a G2 foi mais precisa.
Mesmo com a derrota, fica difícil olhar para essa campanha da Leviatán como fracasso.
Pouco tempo atrás muita gente colocava a equipe como beneficiada por chaveamento, dizendo que ainda não tinha enfrentado adversários suficientes para provar seu nível.
A resposta veio dentro do servidor.
A Leviatán eliminou gigantes, chegou à decisão e mostrou que continua sendo hoje o projeto mais competitivo da América do Sul dentro do VALORANT.
E apesar do placar mostrar equilíbrio, um momento específico da série começou a dominar as discussões da comunidade depois do fim do jogo.
O famoso round do 10-9.
Nas redes, muitos torcedores passaram a apontar um momento envolvendo o kiNgg como um dos possíveis pontos de virada emocional da final. A leitura que circulou entre parte da comunidade foi que aquele round acabou escapando em uma situação que poderia ter colocado a Leviatán em posição muito mais confortável no mapa decisivo.
Claro: reduzir uma MD5 inteira para um único lance seria injusto.
Final não se perde em um round só.
Mas campeonato grande costuma ficar marcado justamente por momentos assim.
E a sensação que ficou foi essa: a Leviatán esteve muito perto.
Resumo de como foi a série
- Fracture – G2 14 x 12 LEV
- Haven – LEV 13 x 11 G2
- Ascent – LEV 13 x 9 G2
- Pearl – G2 13 x 10 LEV
- Split – G2 13 x 11 LEV
O mais impressionante é que a história poderia ter sido completamente diferente.
A mesma Leviatán que caiu na final foi o time que dias antes tinha vencido a própria G2 por 2-1 na final da chave superior, provando que não existia favoritismo absurdo para nenhum lado.
No fim, a G2 levantou o troféu.
Mas a LEV saiu com algo que talvez valha muito para Londres:
Respeito.
Chegou desacreditada.
Ouviu que pegou chave fácil.
Respondeu chegando na grande final.
Agora o próximo palco é outro.
Masters London.
E seu primeiro jogo será contra Global Esports
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